
Direção:Gavin Hood.
Com: Hugh Jackman, Liev Schreiber, Danny Huston, Lynn Collins, Kevin Durand, Will.i.Am, Dominic Monaghan, Hakeem Kae-Kazim, Ryan Reynolds.
Antecedendo os acontecimentos de “X-Men - O Filme”, a película mostra a história do passado violento de James Howlett, codinome Wolverine (Jackman), e de seu complexo relacionamento com seu irmão Victor Creed, Sabretooth (Schreiber), e do projeto Arma-X.
Interessante como diretores mais apropriado para o longa-metragem, lê-se Zack Snyder e Bryan Singer, recusaram a proposta de comandar o filme. Infelizmente os atores principais são totalmente inexpressivos, quase descartáveis. Até o regular Dominic Monaghan (O Senhor dos Anéis e Lost) esta apagado e deslocado. As exceções ficam para Hugh Jackman e Liev Schreiber, dupla insubstituível e com uma boa química.
Os efeitos visuais carecem de qualidade, onde, o que deveria ser um de seus pontos altos, acaba sendo um defeito. Assim, as cenas digitais são extremamente artificiais, lembrando até alguns jogos de videogame.
É engaçado como as garras de Wolverine nunca estão sujas de sangue, devem ter algum recurso de “auto clean”, pois, mesmo depois de perfurar músculos e órgão estão brilhando, além de terem um “isqueiro embutido”, quando acende um rastro de combustível com elas.
Mas, existem coisas boas no filme, como a Som e Trilha Sonora, que são envolventes e eficazes, deixando o longa mais austero e sombrio. E apesar de tudo “Wolverine” estreou arrecadando 160 milhões de dólares em bilheteria global, superando assim os 130 milhões investidos na produção.
O filme cumpre a sua função, ou seja, ação descerebrada do início ao fim da trama, além muitas explosões, lutas e mortes. Assim, com uma direção sem o compromisso de ousar, seguindo claramente os caprichos dos produtores. “X-Man...” torna-se apenas um mero caça-níqueis, um entretenimento comum, sem dilemas existenciais, subtextos sobre a intolerância contra mutantes ou a política militar norte-americana.
Antecedendo os acontecimentos de “X-Men - O Filme”, a película mostra a história do passado violento de James Howlett, codinome Wolverine (Jackman), e de seu complexo relacionamento com seu irmão Victor Creed, Sabretooth (Schreiber), e do projeto Arma-X.
Interessante como diretores mais apropriado para o longa-metragem, lê-se Zack Snyder e Bryan Singer, recusaram a proposta de comandar o filme. Infelizmente os atores principais são totalmente inexpressivos, quase descartáveis. Até o regular Dominic Monaghan (O Senhor dos Anéis e Lost) esta apagado e deslocado. As exceções ficam para Hugh Jackman e Liev Schreiber, dupla insubstituível e com uma boa química.
Os efeitos visuais carecem de qualidade, onde, o que deveria ser um de seus pontos altos, acaba sendo um defeito. Assim, as cenas digitais são extremamente artificiais, lembrando até alguns jogos de videogame.
É engaçado como as garras de Wolverine nunca estão sujas de sangue, devem ter algum recurso de “auto clean”, pois, mesmo depois de perfurar músculos e órgão estão brilhando, além de terem um “isqueiro embutido”, quando acende um rastro de combustível com elas.
Mas, existem coisas boas no filme, como a Som e Trilha Sonora, que são envolventes e eficazes, deixando o longa mais austero e sombrio. E apesar de tudo “Wolverine” estreou arrecadando 160 milhões de dólares em bilheteria global, superando assim os 130 milhões investidos na produção.
O filme cumpre a sua função, ou seja, ação descerebrada do início ao fim da trama, além muitas explosões, lutas e mortes. Assim, com uma direção sem o compromisso de ousar, seguindo claramente os caprichos dos produtores. “X-Man...” torna-se apenas um mero caça-níqueis, um entretenimento comum, sem dilemas existenciais, subtextos sobre a intolerância contra mutantes ou a política militar norte-americana.
Obs: existe uma cena adicional durante os créditos finais e outra depois destes.

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